sábado, 8 de outubro de 2011

49º FESTA DO BOI

AGENDA DE LEILÕES

Local: Parque de Exposições Aristófanes Fernandes
Período: 08/10/2011 até 15/10/2011

D A T A
HORÁRIO
N O M E  DO
L E I L Ã O

PROMOTOR
R A Ç A(S)
L O C A L
08.10.2011
(sábado)
20 horas
Leilão Gir Leiteiro Nordeste
(Balde Cheio)
Eduardo Melo
GIR Leiteira
Tatterssal
Sen.José Bezerra
09.10.2011
(domingo)
20 horas
Leilão da EMPARN & Convidados
EMPARN
Mult Raças
Tatterssal
Sen.José Bezerra
10.10.2011
(2ª feira)
20 horas
Leilão  Aliança do Leite
Antônio Téofilo
Mult Raças
Tatterssal
Sen.José Bezerra
11.10.2011
(3ª feira)
20 horas
XXI- Leilão Oficial da ANQM
ANQM
Quarto de MIlha
Tatterssal
Sen.José Bezerra
11.10.2011
(3ª feira)
19 horas
I-Grande Leilão da Interação das Raças Caprinas e Ovinas
Alexandre Confessor    Eduardo Melo
Mult Raças
Pista de Julgamento da ANCOC
12.10.2011
(4ª feira)
20 horas
Leilão  União Potiguar
Bira Rocha
Dorper
Tatterssal
Sen.José Bezerra
13.10.2011
(5ª feira)
20 horas
Sindi Estrela 2011
Orlando Cláudio
Ricardo Lemos: careca
José Geraldo
Sindi
Tatterssal
Sen.José Bezerra
14.10.2011
(6ª feira)
20 horas
II-Leilão Estrela Festa do Boi
Camillo Collier
Guzerá e Nelore
Tatterssal
Sen.José Bezerra
15.10.2011
(sábado)
20 horas
II-Leilão Matrizes
Antônio Teófilo
Vacas Leiteiras
Tatterssal
Sen.José Bezerra




































 

 

PROGRAMAÇÃO DE SHOWS 49º FESTA DO BOI

Local: Parque de Exposições Aristófanes Fernandes
Período: 08/10/2011 até 15/10/2011
08 de OutubroZezé di Camargo & Luciano, Amigos Sertanejos, Forró Sacode e Forró Salgado

11 de Outubro: (Véspera de FeriadoDorgival Dantas, Waldonys, Deixe de Brincadeira e Sirano e Sirino

14 de OutubroGarota Safada, Jammil, Banda Grafith e Forró de Luxo

15 de OutubroPsirico, Parangolé, Cavaleiros e Forró da Pegação

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

DICA: Como Plantar Pimentão

Consenso entre muitos nutricionistas, uma refeição colorida estimula o apetite e assegura uma alimentação equilibrada às pessoas. O pimentão (Capsicum annuum) é uma das hortaliças que colaboram para dar ao prato um visual vibrante, sem deixar de lado seu papel como fonte de vitaminas e nutrientes ao consumidor. Em receitas para o Natal, o legume também cai muito bem por contar com as cores verde e vermelho, tons que simbolizam a celebração do fim de ano.
Espécie semiperene, o pimentão pertence à família das solanáceas, a mesma da batata, tomate, jiló, berinjela e das pimentas em geral. Oriundo do continente latino-americano, sobretudo do México e da América Central, o fruto tropical se espalhou pelo mundo após a chegada do colonizador europeu. Daqui, foi levado para África, Europa e Ásia por embarcações portuguesas. Após vários anos de cruzamento, hoje o pimentão híbrido encontrado no mercado nacional tem formato quadrado alongado e casca espessa. Seu cultivo está disseminado na maior parte do país, tendo como principais estados produtores Minas Gerais e São Paulo, com 40% de todo o volume nacional.
Importante fonte de vitamina C, o pimentão atende às necessidades diárias de até seis pessoas. Algumas variedades superam os teores encontrados em frutas cítricas, como laranja e limão. Mas, quando seco, a vitamina é quase totalmente eliminada, e no cozimento a perda chega a cerca de 60%. O pimentão ainda fornece boas quantidades de cálcio, fósforo e ferro e é dotado de baixa caloria, característica muito procurada pelos consumidores preocupados com o peso. Possui também propriedades que beneficiam pele, unhas e cabelos. Os frutos podem ser consumidos verdes ou maduros, crus em saladas, no preparo de molhos, assados ou cozidos. Há cultivares que servem para a produção de páprica - pimentão em pó.
As sementes de cultivar são encontradas em envelopes de 5 e 10 gramas e em latas de 50, 100 e 250 gramas, com preços que variam bastante. Vendidos por número de sementes, os híbridos são mais caros. Enquanto uma lata de 50 gramas de cultivar sai por cerca de R$ 20, um lote de mil sementes híbridas custa de R$ 150 a R$ 200 no mercado. Em alguns casos, pode chegar a R$ 500.
 RAIO-X
SOLO: úmido, mas não encharcado, e sem salinidade
CLIMA: temperatura na faixa entre 21 e 27 graus célsius
ÁREA MÍNIMA: cerca de 300 gramas de sementes cobrem um hectare
COLHEITA: após 100 dias do plantio
CUSTO: mil sementes de híbridos custam de R$ 150 a R$ 200

 MÃOS À OBRA
INÍCIO - a propagação do pimentão é feita por sementes, mas antes devem ser preparadas as mudas que serão transplantadas para o local definitivo. O uso de copos de jornal, papel ou de plástico descartável em sementeiras é uma opção simples e fácil. Em sistemas tecnificados, são utilizadas bandejas de isopor de 128 células para substratos enriquecidos com adubos químicos. No caso de agricultura orgânica, recomendam-se bandejas de 72 células, pois são adotados somente substratos orgânicos. Para conseguir boas mudas, a dica é colocar as bandejas em estufas ou viveiros. O transplante ocorre entre 35 e 40 dias após a semeadura.
AMBIENTE - o pimentão é exigente em calor e alta luminosidade. As temperaturas mais adequadas para o plantio vão de 21 a 27 graus célsius. Em regiões de clima temperado, o cultivo deve ser feito nos períodos menos frios e com menos riscos de geadas. Em locais frios ou com altitudes acima de 800 metros, deve-se fazer a semeadura do pimentão entre os meses de agosto e fevereiro.
PLANTIO - plante canteiros em solos mais úmidos. Encharcados e salinos não são tolerados pelo pimentão. A salinidade pode ocorrer principalmente em cultivo em estufas ou por uso excessivo de fertilizantes químicos. Evite também áreas que já foram cultivadas com batata e tomate, pois, como são da mesma família, possuem doenças transmitidas pelo solo em comum. O espaçamento ideal para a cultura é de 1 metro entre linhas e 50 a 60 centímetros entre plantas, principalmente para cultivos orgânicos. Em locais protegidos, deixe distâncias de 30 a 40 centímetros entre plantas e 80 centímetros entre linhas.
ADUBAÇÃO - a adubação deve ser definida a partir da análise química do solo e uma consulta a um engenheiro agrônomo. Em geral, são usadas formulações de adubos químicos (NPK 4-14-8, 4-16-8, 4-30-12) e, em cobertura, adubos ricos em nitrogênio, como ureia, sulfato de amônia e ainda formulações de NPK 20-00-20 e 10-10-10. No cultivo orgânico, utiliza--se composto orgânico na proporção de 3:1 de material vegetal e estercos, além de fosfato de rocha natural e adubações de cobertura com compostos fermentados tipo bokashi - composto de farelos fermentado muito rico em nutrientes e micro-organismos. Deve ser feito aos 30, 60 e 90 dias após o transplante.
Irrigação - faça irrigações pelo sistema por aspersão ou gotejamento, mais indicado para o cultivo protegido. O pimentão gosta de água, principalmente no período de floração e desenvolvimento de frutos. A falta de água pode causar podridão apical dos frutos, devido à deficiência de cálcio. Contudo, cuidado com o excesso de regas, que pode aumentar o risco de doenças foliares e tornar o solo prejudicial para o plantio.
CUIDADOS - mantenha as plantas livres de competição com o mato até 60 dias após o transplante. Ramos e folhas abaixo da primeira bifurcação, inclusive a flor ou o fruto, devem ser eliminados. Em cultivos protegidos, selecione quatro hastes acima da primeira bifurcação para conduzir a planta e eliminar as demais. Sem esses procedimentos, há uma redução da produção, que pode chegar a 40%. É ainda fundamental realizar o tutoramento. Amarre as plantas em estacas de madeira ou de bambu individuais para evitar o tombamento.
PRODUÇÃO - de 100 a 110 dias após a semeadura pode se iniciar a colheita, a qual se estende por quatro a cinco meses, com produtividade média de 35 a 40 toneladas por hectare. Em estufas, a colheita demora um pouco mais, até 9 meses. Porém, a produtividade média sobe para até 150 toneladas por hectare. Em cultivos orgânicos, a produtividade varia de 25 a 30 toneladas por hectare.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

MIL E UMA UTILIDADES

Derivados de alto valor atendem a indústrias em diversos ramos de atuação
Para o presidente da Associação Nacional dos Produtores de Milho (Abramilho) e ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, a cultura vive um momento de transição importante. “O milho deixa de ser visto pelo binóculo da soja para ter vida própria nas lavouras”, afirma. Para ele, os preços continuarão dando as regras do mercado, mas a demanda crescente por alimentos também passará a comandar o jogo. “Em curto prazo, os EUA precisam de milho para o etanol, ainda mais agora, com a quebra da safra provocada pelo clima, e os chineses querem comer mais carnes. No médio prazo, a agroindústria brasileira vai demandar milho para agregar valor à matéria-prima e, em um futuro não muito distante, todos esses fatores convergem”, explica o ex-ministro. Mas, além da agroindústria, outra forte tendência para o milho é sua utilização para a recuperação de pastagens degradadas, que deve ganhar fôlego no país nos próximos três anos. Luiz Lourenço, presidente da Cocamar, cooperativa localizada na região noroeste do Paraná, defende o plantio das lavouras do cereal no processo (leia artigo nesta edição). “O milho é uma das melhores alternativas para a recuperação das pastagens degradadas do Brasil ou, pelo menos, poderá recuperar 100 mil hectares delas. E essa tarefa o produtor rural vai ter de aprender a fazer nos próximos anos para preservar o ambiente”, afirma. De acordo com o presidente da Cocamar, o milho reduz os custos de recuperação dos pastos e dá liquidez ao produtor. O agrônomo João Cuthcouski, da Embrapa, diz que, quando consorciado com a braquiária, a produtividade é alta. “Em Goiás, chegamos a 52 toneladas de silagem de milho por hectare na recuperação dos pastos”, afirma o pesquisador.


Embrapa participa do evento que inclui seminário, audiência pública e exposição com o objetivo de apresentar a trajetória da agricultura brasileira

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, participa nesta segunda-feira (3/10) da Semana da Pesquisa e Inovação na Agropecuária, que prossegue até sexta-feira (7/10).
O evento promovido pela Câmara dos Deputados é uma iniciativa da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, presidida pelo deputado Lira Maia (DEM/PA). A programação inclui seminário, audiência pública e exposição com o objetivo de apresentar a trajetória da agricultura brasileira, dando ênfase às tecnologias e inovações desenvolvidas pela pesquisa e levadas para o campo pela assistência técnica e extensão rural.

O Seminário Internacional de Inovação Agropecuária foi concebido para ser um espaço que debata os rumos da gestão de inovação na pesquisa, como subsídio ao desenvolvimento científico e tecnológico.
A exposição Pesquisa e soluções agropecuárias: para o Brasil, para o mundo traz paineis que contam a história da pesquisa agropecuária brasileira e da assistência técnica e extensão rural, desde seus primórdios. A linha do tempo percorre os primeiros institutos de pesquisa e fazendas-modelo, até chegar ao desenvolvimento de tecnologias que tornaram possíveis, por exemplo, a adaptação de soja e uva às regiões tropicais.

Além da Embrapa, as Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Oepas) e Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ematers) e outras instituições participam do evento.

A Semana da Pesquisa e Inovação na Agropecuária é uma promoção da Comissão de Agricultura, com apoio das Frentes Parlamentares da Pesquisa e Inovação e da Assistência Técnica e Extensão Rural. A realização envolve Embrapa, Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa (Consepa) e Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

Fonte: Revista Globo Rural